Vem força não se sabe de onde, junto com os delírios.
Saem sem forma para qualquer um.
Um corpo jogado, solitário.
Percebe-se assim...
De novo aquela força, É um ciclo.
Viagem sonífera, feita entre os rios salgados.
De novo aquela força, É um ciclo.
Viagem sonífera, feita entre os rios salgados.
Não é possível esconder-se dos próprios desejos.
Quando finda o passeio aparecem fantasias divertidas
Seguidas pelo nada.
Então a força volta, tentando livrar do que se quer encontrar
Do que se precisa sentir.
Quando finda o passeio aparecem fantasias divertidas
Seguidas pelo nada.
Então a força volta, tentando livrar do que se quer encontrar
Do que se precisa sentir.
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