É pra ser como um diário, apesar de nunca ter tido um, me surgiu o desejo de registrar minhas percepções mais latentes e divulgá-las. Não vou descrever meus dias, mas meus sentimentos e sensações, me divirto assim.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

São seus

Meu silêncio.
Minha angústia.
Meu sorriso escondido.
São seus neste fim de ano.
Só seus, assim como meus melhores pensamentos e desejos.
As energias mais positivas.

Momentos eternizados.
Romance, drama, desejo, amor...
Não poderia ser diferente.

Termina, recomeça.
Reconheça, nem tudo está no fim.
Há tanto reservado pro futuro.
Há esperança de uma nova vida!
Seja criança, nem que seja por mim.

Mente aberta pode optar por tudo.
Por se enganar.
Por lutar, por viver, por tudo!

Somos impossíveis.
Quebrando barreiras.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Gotas Secas - Luana Bonone

http://versonotrombone.blogspot.com/2009/12/gotas-secas.html

domingo, 29 de novembro de 2009


Me apaixonei.
Fui surpreendida.
Brilho e sintonia.
Suspiros.
Pureza.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Jardim


Borboletas no estomago.
Uma das melhores sensações já experimentadas.
Até sentir suas asinhas batendo aqui dentro dá pra notar as fases anteriores.
Nada vem de graça. Para voar é preciso rastejar.
Se algo atrapalha o plano inicial, babou!, o resultado final não será o mesmo.
SEMPRE, eu disse SEMPRE, os planos mudam, mas o final pode ficar MUITO melhor.
Surpresas boas trazem as borboletas!
O vôo começa.
Os sonhos continuam pra cima e avante!
Que o ciclo se encerre, mas que o amor continue e, se for possível e agradável, as pessoas também!
Borboletas chamam borboletas... o jardim tem que estar preparado.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

AZEDUME - Los Hermanos

Tira esse azedume do meu peito
E com respeito trate minha dor
Se hoje sem você eu sofro tanto
Tens no meu pranto a certeza de um amor
Sei que um dia a rosa da amargura
Fenecerá em razão de um sorriso teu
Então, a usura que um dia sufocou minha alegria
Há de ser o que morreu
Então, a usura que um dia sufocou minha alegria
Há de ser o que morreu
Dai-me outro viés de ilusão
Pois minha paixão tu não compras mais com teu olhar
Leva esse sorriso falso embora
Ou fale agora que entendes meu penar
A lágrima que escorre do meu peito
É de direito, pois eu sei que tens um outro alguém
Mas peço pra que um dia se pensares em trazer-me seus olhares
Faça porque te convém
Peço pra que um dia se pensares em trazer-me seus olhares
Faça porque te convém

Composição: Marcelo Camelo.
http://letras.terra.com/los-hermanos/47048/

domingo, 27 de setembro de 2009

Realização.

Realizada, assim me sinto não por que conquistei algo muito querido a tempos. O caminho em busca de mais felicidade me realiza. Meu corpo está cansado, eu ousaria dizer quase exausto, mas não tenho tempo para senti-lo assim, gasto tal tempo para cuidar dele.

A vida está correndo para onde meus olhos miram:

Os amigos antigos, aqueles da escola, estão aqui do meu lado. Mesmo que muitos me pareçam agora mais virtuais que reais, eles se fazem presentes no meu dia. Me apoiam como se nada tivesse mudado nas nossas vidas. Os da faculdade são uma incógnita daqui para frente, mas me ensinaram muito durante esses 4 anos.

A família está em harmonia, aquela mais gostosa na qual conseguimos discutir sem brigar, são os amores da minha vida, que me apoiam até quando não concordam com meus impulsos.

Na profissão não tenho experiências diversificadas, porém adoro o que faço e as pessoas que estão na equipe (que realmente merece ser chamada assim: EQUIPE!). Comparo as minhas expectativas e impressões com os comentários que escuto na sala e nos bares, e confesso: parece que minha satisfação profissional não é por falta de parâmetros de comparação.

Enfim, não estou sozinha na batalha diária, tenho amigos esplêndidos, uma família (pai, mãe e irmão, principalmente) que me ama de maneira incondicional - e não me aproveito disso, pois é reciproco, e um trabalho que me permite demonstrar a competência que possuo.


O equilíbrio está chegando, quando chegar sei que não vai durar muito tempo, se não não tem graça. Mas corro atrás dele novamente, comodismo jamais!

domingo, 13 de setembro de 2009

Calmo e incontrolável

Mas uma vez estou aqui tentando não pensar em você, em nós. Já cansei de olhar as horas passarem, elas me decepcionam.
Ninguém me faz esquecer os momentos maravilhosos que vivemos e que planejamos viver. Me distraio com outras pessoas, outras conversas, até me divirto, mas quanto estou sozinha é inevitável que sua imagem venha a minha mente.
Não estou sofrendo, só não tenho o prazer da sua presença na minha vida.
Descobri que não preciso de você. Descobri que sorrio com a mesma intensidade. Mas eu sei, eu sinto, meus olhos não brilham, eles passam do ponto, ficam encharcados e até transbordam.
Agora eu sei, não é teimosia minha. Não era na cabeça que estava todo esse tempo. Não foi paixão. Não é obsessão. É como eu te disse, um sentimento calmo e incontrolável que toma conta de mim.
O mundo moderno não me deu muitas opções. Então preferi esperar. Não me arrependo da minha escolha, preciso pelo menos terminar aqui o que já havia começado. Outra decisão está tomada, quanto surgir oportunidade, não a perderei.
Quero viver com a sua presença. Quero cuidar de você. Fazer carinho e dar colo quando for preciso.
Sua ausência não te apagou de mim, mas tudo pode acontecer, inclusive o esquecimento. Torço pra que Deus me guie pelo caminho correto, e pra que se não for pra ser, que pelo menos isso tudo suma de mim.

domingo, 16 de agosto de 2009

O que te faz levantar todos os dias?

Para alguns é a obrigação de cumprir a carga horária no trabalho.
No ínicio, quando pensava uma resposta para dar silenciosamente ao locutor que me indagou, imaginei que fossem os meus sonhos o impulso diário para me tirar da cama. Depois de mais algum tempo de reflexão, encontrei a palavra certa para definir o que sinto ao abrir os olhos - franzindo a testa por conta da claridade - ESPERANÇA!
Continuo ligada aos sonhos, porém me vejo relacionada também com planos mais próximos. Entende?
Ao colocar a palavra "sonho" transmito a idéia vaga de algo que se quer, mais está distante demais da realidade. Já com a "esperança" na frase, alcanço o que desejo desde que eu tenha a força necessária para ultrapassar inúmeros obstáculos.
Uma coisa é certa, o caminho sinuoso para a paz é sempre recompensador, independente de quantas curvas se apresentem na estrada! Por Lugana Olaiá

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

A noite mais linda.
Como se estivéssemos sempre perto, estávamos ali.
Naturalmente nos abraçamos e nos separamos...
Olhei-te, e pra resistir, virei.

A manhã mais encantadora.
O sol e o canto dos pássaros.
Sua voz e seus carinhos.
Os melhores banhos de piscina.

A tarde mais divertida.
Fiquei de lá de cima,
Vendo o mar e você, tão fortes e decididos.
Descobri quão sutil e cuidadosa posso ser.
Açaí, Mc, carona.
De volta pra casa, foi assim que me senti.

A fondue mais gostosa.
Compreensão, aceitação, respeito.
Tempero com Nutella.
Não lembro do filme, mas de você dizendo:
“Vamos pra cama amor”.

A aventura no metrô.
A corrida na grama.
Fotos, fotos e fotos.
Brincadeiras e risadas, planos, caretas.


As lembranças são incontroláveis.
Assim como a saudade e o desejo...
de te ter comigo, de dividir tudo mais uma vez.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Clique duplo no seu nome.
Escrevo.
Apago.
Escrevo de forma diferente.
Apago.
Penso.
Alt+F4.
Clique duplo em outro nome.
Converso. Confesso.
Penso no que apaguei.
Clique duplo no seu nome.
Escrevo.
Apago.
Desisto.
A pré-adolescente voltou.
Medo de rejeição.
Alt+F4.
Na outra janela aberta, converso.
Não apago.
Não penso.
Simplesmente escrevo, como agora.
O que passa na minha mente.
Queria te olhar e te falar.
Então desligo.
Continuo pensando no que apaguei.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Afinidade é um dos poucos sentimentos que resiste ao tempo e ao depois.

A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo para o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é sentir com. Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.
(Artur da Távola)

sábado, 25 de julho de 2009

A verdade dos sentimentos não depende de um lugar.
As pessoas importantes precisam saber o quanto o são, e não interessa só demonstrar, é preciso que tudo seja captado por quem está do outro lado. Estar perto fisicamente não tem preço. Usar todos os sentidos é indispensável para que as relações sejam completas, fugir/evitar algum deles é afastar-se do inteiro.
Já perdi oportunidades inigualáveis de fazer-me importante para alguém, não por falta de vontade, mas por mera distração e pela frágil certeza de que quem eu amo sabe dos meus sentimentos. Distraída me deixei tomar pela fé de que sempre haveria tempo para o que é fundamental, então deixei passar por prioridade o que deveria ser banal.
Agora peço a Deus, para que ele me dê novas chances e sigo observando para não perdê-las novamente quando me forem concedidas.

Minha familia, meus amigos, meu amor, . Amo vocês, com o medo de esquecer de alguem não vou citar nomes, espero que saibam q são amados.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Mudança.

Arrebatadoras, as emoções parecem não fazer parte deste cotidiano.

Está tudo fora de ordem, por enquanto. A vida está mudando, tomando novos rumos, as pessoas já não são as mesmas.

Na ânsia de amadurecer elas apodrecem, não darão mais frutos, seguirão por um caminho sem flores, e se espalharão pela terra rumo ao esquecimento.

O brilho inocente deve ser mantido, dentre tantas confusões parece não ser fácil. Mas como tudo na vida, basta desejar e começar.

domingo, 12 de julho de 2009

SAUDADE.


Saudade
Ah sentimento que me invade,
Teima em ficar nos dias, na rotina diária.
Os trilhos da vida são moveis, flexíveis, nos levam a toda parte.
Levam e trazem flores e espinhos, inseparáveis.

Saudade
Do que não vi, não vivi.
Presenciei e participei.
De momentos e pessoas.
Coisas e sentimentos.

Encho os pulmões dessa vontade.
Quando soltar esse ar, estarei mais aliviada,
Até uma nova mudança dos trilhos.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Grito

Vem força não se sabe de onde, junto com os delírios.
Saem sem forma para qualquer um.
Um corpo jogado, solitário.
Percebe-se assim...
De novo aquela força, É um ciclo.

Viagem sonífera, feita entre os rios salgados.
Não é possível esconder-se dos próprios desejos.
Quando finda o passeio aparecem fantasias divertidas
Seguidas pelo nada.

Então a força volta, tentando livrar do que se quer encontrar
Do que se precisa sentir.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Algumas sensações.

A magia das cores e sons e perfumes ao meu redor.
Sinto-me uma criança descobrindo o mundo, me descobrindo. A areia entre meus dedos, a brincadeira despretensiosa, o sorriso espontâneo. Os amigos de infância, o brilho nos olhos.

Meus sonhos e planos não mudaram. A vida segue simples, como sempre, como nunca. A cada piscada de olhos algo novo é captado. Minhas lentes estão limpas, as imagens são nítidas.

A confusão de ontem é a certeza de hoje. A certeza de hoje, nem sei se é real.

Convicta das minhas sensações, sigo adiante. Nesse mundo de contradições eu sou apenas mais uma.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

?...?

Até onde vamos?
Qual é a hora de parar?
O que se busca?
Até onde vai o meu direito?
Onde começa o do outro?
Qual a minha responsabilidade com a harmonia social?
Qual a minha idade na verdade?
O capitalismo é eterno?
Vale a pena lutar?
É melhor se adaptar?
O que acontece quando morremos?
Qual força me move agora?
Quantas pessoas me amam hoje?
Amanhã, serão mais ou menos?
O que eu vim fazer aqui?
Dinheiro traz felicidade?
O que é o amor?
Amor é suficiente?
Quais são as pessoas que eu amo?
Porque não cuido melhor de mim e das outras pessoas?
Qual o sentido da vida?
O que seria de mim sem meus pais?
Como minha família vai estar daqui a cinco anos?
E as pessoas que não tem família? Posso fazer algo pra ajudá-las?
Porque as pessoas gostam de ver os outros sofrerem?
Porque tanta gente coloca dinheiro acima de tudo?
Qual o motivo para mentir?
A verdade dói?
Existe uma (1) verdade?
Como vai ser o meu primeiro filho?
Quando vou me formar?
Eu vou me casar?
O que posso fazer pelo mundo?
O que eu faço?


Tantas perguntas, poucas respostas.
Perguntas crescem em PG e respostas em PA.

domingo, 14 de junho de 2009

Rodopiando

Sensação de estar solta no espaço, sem passado, sem futuro. Aquele corpo onde mora uma alma está rodando no ritmo das batidas do peito. Olhos fechados, melhor para sentir os amigos ao redor, a mente viaja pela escuridão que meus olhos captam e pela luz que minha alma revela.
A música ainda rola quando abro os olhos. Nada muda, todas as percepções foram reais e continuar vivendo aquele momento é mais que um mero desejo.
Está tudo misturado: água, licor, refrigerante, cerveja, amizade, cachaça, amor, vinho, saudade. Posso voar nesse momento e numa tentativa de fazê-lo tranco a janela da alma, me concentro em transmitir meus pensamentos e sentimentos para onde mais desejo estar. Não sei se consegui. Destranco e tranco a todo momento. Decidi ficar só ali, as respostas estão ao meu redor.
Leve e sorridente.
A dança, o colo, a água, as risadas, as revelações. Tudo em perfeita sintonia. Eu sinto meus olhos brilharem. No caminho de volta aquele corpo, já exausto, dorme, a alma segue para o Centro.
O sol me tira da cama, quero ver o mar e depois voltar pra onde minha alma foi.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

DIA DOS NAMORADOS


O dia dos namorados me faz pensar. Não acho uma data importante, mas é interessante perceber q sempre estou sozinha neste dia.
Ano após ano, no dia 12 de Junho, estou eu lá com a minha cabeça no travesseiro segurando uma pequena lágrima que tento conter.
Esse ano está sendo diferente, meu dia vai ser lindo e a noite também, creio que passarei a madrugada a dar risada com meus amigos. Mas talvez o coração aperte na hora de fazer o balanço anual dos relacionamentos amorosos. Porque, desde o final de 2007, sonho mais em ter uma família, desejo estar com um alguém especifico, volta e meia fiquei sem ar, perdi o chão... mas o sentimento calmo e incontrolável estava se alastrando em mim e na minha vida. Chegou uma época em que não permitia outro alguém perto de mim, fiquei surda, cega e muda, ah! desmemoriada também.
Quis ter filhos, fazer as malas, ter a minha família, quis fazer parte da tão observada cumplicidade de uma família que admirei (e continuo admirando muito) mesmo sem conhecê-la direito.
Esse ano planejei meu dia dos namorados, faltavam alguns detalhes agora falta o essencial. Todos os dias sinto coisas que não entendo, meu corpo treme involuntariamente, tenho medo. A sensação é de que terei minha segunda convulsão, mas dessa vez não vejo luzes ao meu redor.
Tenho esperança, ainda não quero apagá-la. Conheci lugares e pessoas maravilhosas. Por alguns segundos a duvida aparece: será que era real? Ela some com uma resposta sussurrada ao pé do meu ouvido dizendo: sim, e ainda te quero. Confundo a realidade com a fantasia, quando me dou conta corre um rio em mim. Os banhos de chuva têm me ajudado. Sem esquecer dos amigos maravilhosos, devo lembrar que tive um ombro perfeito pra meu pranto, e tive conselhos vindos de todas as partes, mais do que nunca percebo meus amigos perto de mim, como a mola q impulsiona a catapulta ou os pilares de um grande prédio (talvez ambos). Família é a base de tudo, a que Deus me deu e a que Ele me conduziu a escolher (meus amigos).
Meu dia dos namorados será diferente, assim como todos os dias que ainda virão. Eu serei diferente, a mesma Tainá de sempre, mas diferente. É possível? No caso da resposta ser não, vou preferir ser simplesmente a mesma Tainá de sempre.