É pra ser como um diário, apesar de nunca ter tido um, me surgiu o desejo de registrar minhas percepções mais latentes e divulgá-las. Não vou descrever meus dias, mas meus sentimentos e sensações, me divirto assim.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

?...?

Até onde vamos?
Qual é a hora de parar?
O que se busca?
Até onde vai o meu direito?
Onde começa o do outro?
Qual a minha responsabilidade com a harmonia social?
Qual a minha idade na verdade?
O capitalismo é eterno?
Vale a pena lutar?
É melhor se adaptar?
O que acontece quando morremos?
Qual força me move agora?
Quantas pessoas me amam hoje?
Amanhã, serão mais ou menos?
O que eu vim fazer aqui?
Dinheiro traz felicidade?
O que é o amor?
Amor é suficiente?
Quais são as pessoas que eu amo?
Porque não cuido melhor de mim e das outras pessoas?
Qual o sentido da vida?
O que seria de mim sem meus pais?
Como minha família vai estar daqui a cinco anos?
E as pessoas que não tem família? Posso fazer algo pra ajudá-las?
Porque as pessoas gostam de ver os outros sofrerem?
Porque tanta gente coloca dinheiro acima de tudo?
Qual o motivo para mentir?
A verdade dói?
Existe uma (1) verdade?
Como vai ser o meu primeiro filho?
Quando vou me formar?
Eu vou me casar?
O que posso fazer pelo mundo?
O que eu faço?


Tantas perguntas, poucas respostas.
Perguntas crescem em PG e respostas em PA.

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